Tratamentos na doença trofoblástica gestacional: uma revisão integrativa

Mônica Kallyne Portela Soares, Sue Helem Bezerra Cavalcante Facundo, July Grassiely de Oliveira Branco, Francisca Alanny Rocha Aguiar, Francisca Bertilia Chaves Costa, Aline Veras Morais Brilhante

Resumo


Objetivo: Compilar os dados da literatura sobre o tratamento da Doença Trofoblástica Gestacional e o seguimento pós-molar. Método: revisão integrativa a partir da Biblioteca Virtual em Saúde, por intermédio das bases de dados MEDLINE, LILACS, BDENF e Coleciona SUS utilizando os descritores controlados “doença trofoblástica gestacional”, “mola hidatiforme” e “coriocarcinoma”; e o descritor Coleciona não controlado “tratamento”, “neoplasia trofoblástica gestacional” e “seguimento pós-molar”. Resultados: foram selecionados 15 artigos. Diante dos diagnósticos relatados nesses manuscritos, três não informavam o tipo de doença trofoblástica gestacional; dois relataram mola hidatiforme completa, dois mola hidatiforme parcial, dois mola hidatiforme, dois coriocarcinoma, um neoplasia trofoblástica gestacional e um relatou mola hidatiforme completa em gestação gemelar. Em relação às evoluções da doença trofoblástica gestacional, cinco artigos citaram a neoplasia trofoblástica gestacional, sendo que em três desses houve registro de metástase pulmonar. Para tratamentos instituídos, 73,3% citaram o esvaziamento da cavidade uterina por vácuo-aspiração como método de escolha inicial. No tratamento monoterápico, 71,4% citaram tratamento quimioterápico com metotrexate e poliquimioterápico, e 50% relataram o uso de etoposida, metotrexato, actinomicina-D, ciclofosfamida e oncovin. Conclusão: sugere-se a necessidade de profissionais capacitados quanto a essa patologia, de modo a garantir a saúde da população feminina e assim garantir qualidade de vida.

Palavras-chave


Doença trofoblástica gestacional; Enfermagem obstétrica; Terapêutica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19175/recom.v7i0.1838

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175