Métodos não farmacológicos para o tratamento do Alzheimer: uma revisão integrativa

Bruna Guedes Lopes Costa, Luciano Ramos de Lima, Silvana Schwerz Funghetto, Cris Renata Grou Volpe, Walterlania Silva Santos, Marina Morato Stival

Resumo


Objetivo: identificar, na literatura, as propostas de métodos não farmacológicos para o tratamento da doença de Alzheimer. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa realizada em três bases de dados. Foram incluídos artigos publicados entre os anos de 2005 a 2016, na íntegra, nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram adotados os descritores: idoso, terapêutica e doença de Alzheimer. Os artigos foram analisados pelo título e resumo, estratificados pela base de dados, periódico, ano, país, título, tipo de estudo, sujeitos, local pesquisa e nível de evidência. Posteriormente, foi realizada uma síntese do conhecimento obtido sobre os métodos não farmacológicos utilizados no tratamento da doença de Alzheimer. Resultados: Dez estudos foram analisados na pesquisa, sendo que as principais intervenções não farmacológicas identificadas foram 50% na atividade motora, 20% atividade cognitiva, 20% musicoterapia e 10% terapia multicomponente. Conclusão: Os tratamentos não farmacológicos provaram ser eficientes, pois reduziram a dependência para a realização de atividades de vida diária e, consequentemente, melhoraram a qualidade de vida de pacientes com doença de Alzheimer.

Palavras-chave


Idoso; Doença de Alzheimer; Terapêutica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19175/recom.v9i0.2786

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175