A política nacional de redução de danos: do paradigma da abstinência às ações de liberdade

Helenice Pereira Lopes, Aline Moreira Gonçalves

Resumo


O uso de substâncias psicoativas sempre esteve presente em toda a sociedade e perpassa toda a evolução histórica do Brasil desde seu descobrimento até a contemporaneidade. O crescente aumento no cenário brasileiro do consumo de substâncias psicoativas exigiu do Sistema Único de Saúde (SUS) a criação de Políticas Públicas destinadas ao combate do uso abusivo dessas substâncias. Dentre elas, elaborou-se a Política Nacional de Redução de Danos, como estratégia no âmbito da saúde pública. Assim, a Rede de Atenção Psicossocial (Raps), instituiu a Redução de Danos entre as ações a serem desenvolvidas com os usuários presentes em seus serviços. Entretanto, as ações de Redução de Danos ainda encontram alguns desafios a serem superados para sua efetivação na Rede de Atenção Psicossocial. No presente artigo, faz-se uma discussão sobre a criação da Política Nacional de Redução de Danos e a Rede de Atenção Psicossocial.

Palavras-chave: Política Nacional de Redução de Danos. Rede de Atenção Psicossocial. Substâncias psicoativas.


Palavras-chave


Política Nacional de Redução de Danos. Rede de Atenção Psicossocial. Substâncias psicoativas.

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