Resistências à precarização no trabalho docente: posicionamentos teóricos e metodológicos

Maria Elizabeth Barros de Barros, Fabio Hebert da Silva, Jésio Zamboni, Líbia Monteiro Martins, Jaddh Yasmin Malta Cardoso

Resumo


O artigo objetiva contribuir com o desenvolvimento teórico e metodológico no campo do trabalho em educação. Discute a situação dos professores com contratos de prestação de serviço temporário, destacando a importância dos docentes analisarem coletivamente os diferentes modos como empreendem sua atividade de trabalho na perspectiva da produção de autonomia e criação. Os recursos metodológicos propostos apoiam-se em conceitos e princípios preconizados na Ergologia e na Clínica da Atividade. Considera-se que o método é resultado de uma construção conjunta com aqueles que demandam a transformação das escolas em seu próprio fazer cotidiano, produzindo inflexões no que tenta paralisar e limitar a inventividade no trabalho. Nesse sentido, trata-se de atuar na contramão dos processos de precarização do trabalho, indagando o que está instituido: O que temos feito de nós mesmos, para onde desejamos ir, quais são nossas apostas ético-políticas?

Palavras-chave


trabalho docente; análise da atividade; psicologia do trabalho; metodologia – psicologia.

Texto completo:

PDF


Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

A Revista Pesquisas e Práticas Psicossociais é uma publicação eletrônica, mantida pelo Laboratório de Pesquisa e Intervenção Psicossocial e pelo Programa de Mestrado em Psicologia da Universidade Federal de São João del-Rei (LAPIP/PPGPSI/UFSJ). É um periódico aberto, registrado com o ISSN 1809-8908, de acesso livre na internet publicado quadrimestralmente, desde 2006. http://www.seer.ufsj.edu.br