O trabalho de Assistentes Sociais e Psicólogos nos processos de adoção

Rebeca Valadão Bussinger, Danielly Bart do Nascimento, Edinete Maria Rosa

Resumo


O presente artigo teve como objetivo conhecer o trabalho das equipes técnicas das Varas de Infância e Juventude que realizam o processo de habilitação à adoção no estado do Espírito Santo. Participaram 37 técnicos, sendo 22 assistentes sociais e 15 psicólogos. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário semiestruturado, aplicado nas próprias Varas, com perguntas sobre: formação e prática profissional da equipe, dificuldades e iniciativas exitosas, adoção por homossexuais e o acompanhamento de famílias em período de convivência. Para tratamento dos dados, utilizamos a análise de conteúdo. Os resultados apontam a necessidade de ampliação das equipes; a precariedade da infraestrutura; a dificuldade em lidar com os mitos sobre a adoção e a importância do trabalho em rede. Conclui-se que o êxito do trabalho dos técnicos está na adoção bem-sucedida – a que não houve devolução – mais do que na quantidade de adoções realizadas.


Palavras-chave


adoção; psicologia; serviço social.

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