Psicologia Positiva, cinema e a resiliência de si: libertar-se do próprio eu

Ivan Fortunato, Gisele Maria Schwartz

Resumo


Este artigo trata da relação tripartida entre a Psicologia Positiva, o cinema e a resiliência. Aqui, elucida-se uma forma de resiliência que, possivelmente, seja a mais generalizada de todas, pois é a “resiliência de si”. Trata-se da ação de “libertar-se”, ou seja, encontrar meios para se desprender das amarras colocadas pelo próprio indivíduo, quase sempre, pela incapacidade de se resolver, se perdoar e se reinventar a partir das vicissitudes da vida. Como forma de exemplificar a proposta, estuda-se a força resiliente de Chris Gardner, na película “À procura da felicidade”, e de Charlie Saint Cloud, em “A morte e vida de Charlie”, ambos qualificados como filmes de Psicologia Positiva, conforme critérios da área. Ao final, espera-se que os processos resilientes desses personagens inspirem a busca por novas formas de encarar a vida, e que seja possível compreender o cinema como uma janela para novos possíveis caminhos; quiçá mais positivos.


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