O “NOVO” MARCO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E A REDUÇÃO DA QUALIDADE À PRESENCIALIDADE: EXPERIÊNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS

Autores

  • Braian Veloso

Palavras-chave:

Educação a Distância. Sistema Universidade Aberta do Brasil. “Novo” Marco Regulatório. Semipresencial.

Resumo

O crescimento acelerado da Educação a Distância (EaD), incorrendo em propostas formativas de baixíssima qualidade, levou o Conselho Nacional de Educação (CNE), com a chancela do Ministério da Educação, a exigir a semipresencialidade nas licenciaturas. Grosso modo, impõe-se que os cursos de formação de professores devem ter, no mínimo, 50% de carga horária presencial. Nesse contexto, o objetivo deste artigo é discutir a experiência da Universidade Federal de Lavras (UFLA) em se tratando de adequação ao “Novo” Marco Regulatório, problematizando a concepção de presencialidade tacanhamente associada à qualidade. Metodologicamente, trata-se de uma discussão teórica, com nuance ensaística, jungida à análise da resposta de um questionário respondido pela Diretoria de Educação Aberta e a Distância (DEAB) da UFLA. Os resultados evidenciam avanços na incorporação da EaD, como presença da modalidade em documentos institucionais. Contudo, décadas de experiência em cursos a distância não foram suficientes para superar o cenário de instabilidade e incertezas que afeta o Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), principal política de fomento à EaD pública.

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Publicado

2026-08-19