O medo que temos do corpo: a psicopatologia na vida contemporânea

Alinne Nogueira Coppus, Juliana Andrade Salgado, Cássio Ferreira Castelani, Matheus Davis Souza

Resumo


Resumo

 

O presente artigo objetiva abordar a relação do homem com seu corpo: mais ou menos conturbada, é marcada por significantes oriundos do discurso de nossa época. Na acirrada busca por entendimento, conhecimento e controle sobre o corpo, a ciência intervém e aponta, assim, para o surgimento dos manuais globais de patologia mental (ou seriam prisões simbólicas?). A psicanálise, porém, opta por escutar além do que os manuais dizem. A psicanálise ouve o corpo em sua singular coreografia. Para Lacan, a relação do sujeito com o corpo está no cerne da experiência analítica. Freud, por sua vez, ressaltou a importância do analista estar atento a como o corpo se apresenta durante a sessão. Dessa forma, a psicanálise ouve além do corpo, o sintoma que o atravessa. A manifestação somática aparece reafirmando o envolvimento com o corpo. Será por isso que o tememos? Afinal, do que temos medo no corpo?

 


Palavras-chave


Palavras Chave: corpo, psicanálise, psicopatologia, sintoma e gozo.

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