Você, dona de casa: trabalho, saúde e subjetividade no espaço doméstico

Autores/as

  • Rodrigo Padrini Monteiro
  • José Newton Garcia de Araújo
  • Maria Ignez Costa Moreira

Palabras clave:

Trabalho doméstico. Divisão sexual do trabalho. Clínicas do Trabalho.

Resumen

O trabalho doméstico, remunerado ou não, tem sido historicamente atribuído à mulher, surgindo como encargo específico do papel de gênero feminino e assumindo um caráter de invisibilidade e desvalorização social. Neste artigo, sugerimos um viés de análise que considera a atividade além de sua institucionalização econômica, como ação prática e psíquica, sede de investimentos vitais e de transformação de si e do mundo. Por meio da revisão de literatura, mostramos que o trabalho doméstico apresenta contornos de submissão e permanece vinculado à mulher. Discutimos o trabalho como instituição, passível de ser construído e desconstruído, e relacionamos os afazeres domésticos às atividades rejeitadas que permanecem nos bastidores, acarretando também sua perda de sentido, segundo as perspectivas das clínicas do trabalho.

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Publicado

2018-10-01

Cómo citar

Padrini Monteiro, R., Newton Garcia de Araújo, J., & Ignez Costa Moreira, M. (2018). Você, dona de casa: trabalho, saúde e subjetividade no espaço doméstico. Revista Pesquisas E Práticas Psicossociais, 13(4), 1–14. Recuperado a partir de http://seer.ufsj.edu.br/revista_ppp/article/view/3155

Número

Sección

Artigos