Indicadores de saúde e qualidade de vida no contexto da Atenção Primária à Saúde

Ana Christina Ferreira Magalhães, Amanda Lúcia Ferreira, Larissa Pedrosa Corrêa, Marcela da Costa Rodrigues, Selma Maria da Fonseca Viegas

Resumo


Trata-se de um estudo de casos múltiplos qualitativo que objetivou conhecer a compreensão dos profissionais de equipes Saúde da Família e das equipes de apoio sobre o uso de indicadores de saúde na Atenção Primária à Saúde (APS), em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. No município, atualmente, são trabalhados 26 indicadores, que foram apresentados e discutidos nas Oficinas de Qualificação da APS, promovida, em 2010, pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e pela Escola de Saúde Pública de Minas Gerais.  Constatou-se que conhecer a real situação de saúde de uma população torna-se imprescindível para o planejamento e implementação de ações voltadas para a melhoria das condições de saúde. A partir da avaliação dos resultados dos indicadores é possível o estabelecimento de metas, a comparação de padrões internos do Serviço e externos à Instituição e o controle do desempenho das ações realizadas. Analisou-se que mensurar o nível de saúde e a qualidade de vida da população representa uma dificuldade para os profissionais da área. A maioria dos entrevistados conseguiu expressar uma noção da ferramenta e de sua importância para o Serviço, entretanto, nem todos declaram a aplicabilidade dos mesmos. 


Palavras-chave


Indicadores básicos de saúde; Programa saúde da família; Atenção primaria à saúde; Qualidade de vida.

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DOI: https://doi.org/10.19175/recom.v0i0.166

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175