Avaliação das condutas de punção e manutenção do cateter intravenoso periférico

Diego Alcântara Alves, Thabata Coaglio Lucas, Dulce Aparecida Martins, Rayana Santos Cristianismo, Emerson Vinícius de Oliveira Braga, Helisamara Mota Guedes

Resumo


Objetivo: avaliar a equipe de enfermagem quanto às condutas de punção e manutenção do cateter intravenoso periférico. Método:
estudo transversal, realizado entre os meses de setembro e dezembro de 2017, em uma instituição filantrópica no interior de Minas
Gerais, nas clínicas cirúrgica, pediátrica e maternidade. Utilizou-se o índice de concordância de Kappa, não ponderado, com
intervalo de confiança de 95% e nível de significância p<0.05. Resultados: a concordância entre os especialistas e a equipe de
enfermagem, segundo o índice de Kappa, foi moderada (0,41-0,60) (p<0,05). Sete pacientes (1,8%) apresentaram eritema, com dor
e/ou edema no local de inserção do cateter e foram classificados como grau 2. Observou-se que onze cateteres (2,8%) estavam com
o dispositivo destampado no momento da visita, 138 (35,5%) com o curativo molhado, 206 (53%) apresentavam sujidades no
curativo e no extensor (dupla via), 117 (30,1%) estavam sem data, 123 (31,6%) sem a assinatura do profissional que realizou a
punção. Conclusão: Apesar de ser um desafio para a prática clínica, seguir diretrizes baseadas em evidências científicas, este estudo
contribui para evidenciar que, sem medidas de vigilância e treinamento da equipe multiprofissional, as medidas de controle de
infecção, associadas ao cateter venoso periférico, podem não ser adotadas e refletir risco para o paciente

Palavras-chave


Flebite; Observação; Infecção; Enfermagem.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19175/recom.v9i0.3005

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175