Esperança de famílias que convivem com comportamento aditivo por tempo prolongado

Indianatha de Kássia Santana Elvira, Lúcia Margarete dos Reis, Aroldo Gavioli, Sonia Silva Marcon, Magda Lúcia Félix de Oliveira

Resumo


Objetivo: Identificar a esperança de famílias que convivem por tempo prolongado com o comportamento aditivo de um de seus membros. Métodos: Estudo transversal com familiares de 29 indivíduos internados com trauma físico associado à intoxicação por drogas de abuso, considerados eventos sentinela em um programa de vigilância epidemiológica das repercussões do uso de drogas em famílias. Foram utilizados um roteiro semiestruturado de entrevista e a Escala de Hopefulness–hopelessness. O teste de MannWhitney foi empregado para se verificar associações estatísticas. Resultados: Os usuários tinham, em média, idade de 40,1 anos e tempo médio de uso de drogas de 20,8 anos. O escore médio de esperança dos familiares foi de 28,81(± 2,83). A idade, o tempo de uso e o poliuso de drogas pelos usuários foram estatisticamente associados aos menores níveis de esperança, enquanto a prática religiosa, pelos familiares, foi estatisticamente associada a maiores níveis de esperança. Conclusão: Observou-se um escore médio de esperança baixo, indicando a necessidade de intervenção sobre esse sentimento nas famílias estudadas.

Palavras-chave


Drogas Ilícitas; Alcoolismo; Expectativa de Vida; Relações Familiares; Saúde da Família.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19175/recom.v9i0.3241

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175