Política nacional de práticas integrativas e complementares em saúde: discurso dos enfermeiros da atenção básica

Daniele Pereira Soares, Ariane Moreira Coelho, Luiz Eduardo Abrantes da Silva, Raquel de Jesus Rocha da Silva, Camila Rolim de Figueiredo, Marcelo Costa Fernandes

Resumo


Objetivo: Analisar o discurso dos enfermeiros da Atenção Básica em relação à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares de Saúde. Método: Trata-se de estudo descritivo com abordagem qualitativa, realizado com 14 enfermeiros das Estratégias de Saúde da Família. Para a coleta de dados foi utilizada uma entrevista semiestruturada, após a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa. Resultados: Percebeu-se o desconhecimento dos enfermeiros em relação à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares de Saúde, em razão das lacunas no processo formativo e falta de educação permanente, porém os profissionais pontuaram as possíveis práticas que podem ser utilizadas no cuidado e evidenciou-se, como destaque, neste estudo, a orientação de plantas medicinais e fitoterápicos e certa confusão na diferenciação entre as mesmas. Conclusão: É necessário que exista o fortalecimento na formação acadêmica dos enfermeiros, diminuindo as lacunas existentes no aprendizado, por meio da inclusão de disciplinas e apoio da gestão, oferecendo ações de educação permanente, referentes a essas formas de cuidado no cenário da Atenção Básica.

Palavras-chave


Terapias Complementares; Cuidados de Enfermagem; Atenção Primária à Saúde.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19175/recom.v9i0.3265

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175