Construção do apego entre o binômio mãe e bebê pré-termo mediado pelo posicionamento canguru

Mariana Quindeler de Salles Abreu, Elysângela Dittz Duarte, Erika da Silva Dittz

Resumo


Objetivo: Compreender como as mães vivenciam o posicionamento canguru, na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e apreender a percepção sobre as relações de apego com seus bebês mediadas pelo posicionamento canguru. Método: Caráter qualitativo, descritivo e exploratório. Participaram 9 mães maiores de 18 anos com filhos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal com idade gestacional igual ou inferior a 30 semanas, que realizaram o posicionamento canguru, pelo menos duas vezes. Foram excluídas mães que já tiveram filhos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, mães de gemelares, com diagnóstico psiquiátrico e usuárias de psicoativos. A coleta aconteceu, por meio do preenchimento de ficha para obtenção de dados sociodemográficos, entrevista semiestruturada antes e após a realização da posição canguru e o diário da participante. O encerramento da coleta deu-se por saturação e foram analisados, conforme Análise de Conteúdo, na modalidade temática. Resultados: Os dados foram agrupados por temas, emergiram as seguintes categorias: maternidade no contexto da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, Interação mãe-bebê, durante a gestação e após o Canguru, Expectativa e realidade materna, em relação ao Canguru. Conclusão: A posição canguru cumpre sua função conforme norma do Ministério da Saúde, tanto para benefícios clínicos para o bebê como para humanização e aumento do apego mãe-bebê.

Palavras-chave


Método Canguru; Recém-Nascido Prematuro; Apego ao Objeto; Cuidado de Enfermagem.

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DOI: https://doi.org/10.19175/recom.v10i0.3955

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175