Violência no trabalho contra os trabalhadores de enfermagem e seus imbricamentos com a saúde mental

Renê Ferreira da Silva Junior, Ricardo Otávio Maia Gusmão, Diego Dias de Araújo, Débora Soares Cardoso, Luana Mendes Castro, Carla Silvana de Oliveira e Silva

Resumo


Objetivo: Conhecer a percepção da violência experienciada por trabalhadores de enfermagem no ambiente de trabalho e seus imbricamentos com a saúde mental. Método: Foi conduzido um estudo de cunho qualitativo, tendo como suporte técnico conceitual os preceitos da teoria do Interacionismo Simbólico, em um hospital público de grande porte. A coleta de dados foi realizada, por meio de entrevista semiestruturada, a partir do referencial de Minayo, no qual utilizou-se a Análise de Conteúdo. Resultados: Observa-se, com base nas falas dos profissionais, que a violência é um fenômeno presente no trabalho, o que gera revolta e sofrimento. Como consequência, emergem sentimentos de culpa, preocupação, tensão, estresse, desespero, raiva, sendo diversas as repercussões no trabalho. Conclusões: A violência, no ambiente de trabalho dos profissionais de enfermagem, produz sofrimento e riscos à saúde mental do trabalhador, assim, surge a preocupação em relação à saúde mental dos trabalhadores da enfermagem e a necessidade de ações articuladas e focadas na saúde do trabalhador e na prevenção da violência.

Palavras-chave


Violência no trabalho; Saúde do Trabalhador; Saúde Mental; Trabalhadores de Saúde; Profissionais de Enfermagem.

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DOI: https://doi.org/10.19175/recom.v11i0.4055

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175