Impacto da segunda e terceira etapas do método canguru: do nascimento ao sexto mês

Fernanda Nascimento Alves, Paula Wolkers, Lucio Araujo, Daniela Marques, Vivian Mara Gonçalves de Oliveira Azevedo

Resumo


Objetivos: Avaliar se o Método Canguru tem impacto nas taxas de aleitamento materno exclusivo, peso, tempo de internação e taxas de reinternação. Método: Trata-se de uma coorte retrospectiva, que incluiu recém-nascidos pré-termo de muito baixo peso ao nascer, os quais foram divididos em dois grupos: GCCo – composto por aqueles assistidos na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal Convencionais; GCCa – composto por aqueles que foram assistidos na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal Canguru. Resultados: O grupo GCCa apresentou resultados superiores nas taxas de aleitamento materno exclusivo, no momento da alta hospitalar, primeira consulta ambulatorial, quarto mês de idade gestacional corrigida, além de menores taxas de reinternação. Conclusão: As segunda e terceira etapas do Método Canguru favoreceram a prática e manutenção do aleitamento materno exclusivo, além de apresentarem menores taxas de reinternação até o sexto mês de idade gestacional corrigida.

Palavras-chave


Método Canguru; Prematuridade; Políticas públicas de saúde; Enfermagem.

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DOI: https://doi.org/10.19175/recom.v11i0.4200

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175