Morte na UTI pediátrica: Experiência de médicos e enfermeiras

Kátia Poles, Michelle Freire Baliza, Regina Szylit Bousso

Resumo


Trata-se de estudo exploratório e descritivo com abordagem qualitativa com objetivo de identificar as condições necessárias para que a morte digna ocorra na UTI pediátrica. Os dados foram coletados através de entrevistas semiestruturadas com nove enfermeiras e sete médicos que atuavam em duas unidades de terapia intensiva pediátrica da cidade de São Paulo. Através da análise dos dados, foi possível identificar três categorias que compõem a experiência: EXERCÍCIO DE UMA PRÁTICA DE EXCELÊNCIA, IDENTIFICAÇÃO DA CRIANÇA FORA DE POSSIBILIDADE DE CURA e CONCORDÂNCIA DE UMA PRÁTICA PRUDENTE. Os dados apontam para a necessidade de se refletir sobre as questões que envolvem o final de vida de crianças no contexto da UTI pediátrica, especialmente no que diz respeito à transição do foco curativo para o paliativo, uma vez que isso é necessário para que se possa proporcionar uma morte mais digna e com menos sofrimento para a criança e sua família. 

Palavras-chave


Atitude frente à morte; Unidades de terapia intensiva pediátrica; Cuidados para prolongar a vida

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DOI: http://dx.doi.org/10.19175/recom.v0i0.424

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175