Expectativas de escolares de uma comunidade vulnerável: qualidade de vida e esperança sobre profissionais/governantes

Dirce Stein Backe, Adriana Dornelles Carpes, Luciana Maria Fontanari Krause, Bianca Zimmermann Santos, Chaiana Piovesan, Regina Gema Santini Costenaro, Silomar Ilha

Resumo


Objetivou-se conhecer às expectativas/anseios de escolares sobre mudanças pessoais que possibilitariam melhorias na sua qualidade de vida e o que esperam dos profissionais da saúde e governantes. Estudo transversal, realizado com 435 escolares, de dez anos ou mais, matriculados do quinto ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio. Utilizou-se um questionário com questões fechadas e após a análise estatística descritiva. 45,3% dos pesquisados respondeu que gostaria de estudar mais; 26,7% de valorizar mais os pais. Praticamente metade dos sujeitos gostaria que os profissionais de saúde lhes dessem mais atenção e orientações. Destes, 19,7% consideravam importante o profissional de saúde na escola. 40% dos estudantes esperam honestidade dos governantes e 34,9% que estes pensem mais no povo. Os escolares têm noção dos seus direitos de cidadania, expressam de forma consciente às expectativas/anseios em relação às mudanças pessoais e o que esperam de profissionais da saúde e governantes.


Palavras-chave


Criança; Adolescente; Comunidades vulneráveis; Promoção da saúde.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.19175/recom.v0i0.635

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175