Condutas dos profissionais de enfermagem frente aos alarmes dos ventiladores mecânicos em uma unidade de terapia intensiva

Kamila Azevedo de Souza, Vanessa Galdino de Paula, Adriana Carla Bridi, Flávia Giron Camerini, Andrezza Serpa Franco, Bruna da Silva Louredo Pereira

Resumo


Objetivos: caracterizar quais alarmes sonoros disparados por ventiladores mecânicos foram mais frequentes, descrever o tempo estímulo-resposta aos alarmes do ventilador mecânico e analisar as condutas dos profissionais de enfermagem diante dos alarmes ventilatórios. Método: pesquisa descritiva, quantitativa, realizada em uma unidade de terapia intensiva de um hospital universitário do Rio de Janeiro. Os dados foram tratados com estatística descritiva. Resultados: realizadas 60 horas de observação, nesse período, soaram 25 alarmes de ventiladores mecânicos, 20 alarmes foram atendidos e 5 pararam sem nenhuma intervenção. Os alarmes mais prevalentes foram volume minuto expirado baixo, e pressão de vias aéreas alta. O tempo mínimo para atendimento dos alarmes foi 10 segundos, o tempo máximo 3 minutos, e o tempo médio 38 segundos. As condutas mais realizadas pelos profissionais de enfermagem foram aspiração traqueal, reposicionamento do circuito e ausculta pulmonar. Conclusão: os achados da pesquisa apontaram que, nos alarmes mais prevalentes, as condutas dos profissionais de enfermagem, de acordo com a literatura, não foram suficientes para a resolutividade dos problemas apresentados.

Palavras-chave


Enfermagem; Respiração artificial; Unidades de terapia intensiva; Alarmes clínicos.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19175/recom.v8i0.2678

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175