A percepção de médicos participantes sobre o programa de educação permanente para médicos de saúde da família em um estado da região sudeste

Lucília Nunes Assis, Luciana Souza d'Ávila, Marilene Barros Melo, Luiz Carlos Brant

Resumo


A estratégia de Saúde da Família (SF), política prioritária para a expansão da Atenção Primária à Saúde (APS) e reorientação do modelo de atenção, depende da qualificação e da educação permanente de seus profissionais. O objetivo da implementação do Programa de Educação Permanente - PEP para médicos de SF de um Estado da Região Sudeste é o aumento da  resolutividade da APS. Assim, justifica-se uma análise da implementação desse programa a partir da coleta de informações por questionários semiestruturados, enviados via e-mail aos médicos participantes. Metodologicamente, trata-se de estudo quali-quantitativo. Utilizou-se o Pacote Estatístico SPSS 19,0, com uma análise descritiva dos dados e distribuição de frequências. Constatou-se que mais de 50% dos médicos estão na faixa etária de 21 a 40 anos; cerca de 36% têm especialização na área da saúde pública; a maioria tem até 2 anos na equipe de inserção; mais de 90% referem como tema de discussão abordagem clínica individual; 45,4% (235) referem trabalhar com protocolos assistenciais e 45,9% (238) com diretrizes terapêuticas medicamentosas. Concluímos que o incremento de aporte teórico da Saúde Coletiva é tão importante quanto a análise do contexto de inserção dos médicos, no que tange à gestão e organização da APS em rede. 

Palavras-chave


Educação Permanente Médicos Saúde da Família

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DOI: https://doi.org/10.19175/recom.v0i0.270

ISSN: 2236-6091

DOI:10.19175